Água fresca... para ideias com sede...

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quarta-feira, maio 21

Rokia Traoré - M'bifo



Uma excelente revelação.

segunda-feira, março 31

Hold on - Tom Waits

domingo, janeiro 27

Afrikya - Encruzilhadas de um continente

Todos os domingos, das 09 horas até às 10 horas o Afrikya é emitido em Luanda nos 95.5 em FM, o espaço em modulação de frequência da LAC (Luanda Antena Comercial).




No entanto o Afrikya vem de longe, com a dupla Luzía Fanconny e António dos Santos, o continente africano é prescrutado sonoramente através das suas musicalidades, dos seus pensadores, sempre a passo com a premência da actualidade que um continente desta dimensão não deixa de urgir.



Carregue aqui para visitar o novo blogue e ouvir a emissão em excelente "streaming" mpeg, ou para fazer o "download" em mp3 de excelente qualidade.





Carregue aqui para copiar o código deste "player" e inserí-lo no seu blogue ou página de internet.

terça-feira, dezembro 4







KUDURO, FOGO NO MUSEKE

Um documentário do realizador Jorge António

Com Dog Murras, Tony Amado, SeBem, Fofandó, Puto Prata, Noite & Dia
Portugal / Angola, 2007 – 52 minutos





Kuduro, Fogo no Museke
é a 2ª parte de uma trilogia que o autor dedica à musica angolana, iniciada em 2005 com Angola – Histórias da música popular.
A partir das questões: O que é o Kuduro? Porquê este nome? Porquê tanta polémica?, Jorge António oferece-nos um retrato social e cultural de uma nova geração, através de um género musical que ultrapassou fronteiras e se tornou já um fenómeno internacional.

Dia 6 (Quinta) - Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, Lisboa, 21.30
Dia 7 (Sexta) - Cinema Passos Manuel, Porto, 23.00
Dia 9 (Domingo) - Auditorio Vila do Conde, 21.30

sábado, agosto 25

Duas versões...

... de uma Estranha forma de vida

Paulo Gonzo e Carlos do Carmo

Carlos do Carmo e Mariza

terça-feira, julho 10

Cama e Mesa, Roberto Carlos

Ahahah, recordar o que eu chamaria de "fino brega" ou "pimba erudito"!

sexta-feira, abril 27

Morreu Mstislav Rostropovich

Mstislav Rostropovich morreu hoje aos 80 anos.

O violoncelista e maestro russo morreu hoje em decorrência de uma doença não divulgada. Rostropovich ficou conhecido tanto pelo brilho como intérprete e maestro de música erudita como pela sua militância em defesa da liberdade de expressão. O presidente da Rússia, Vladimir Putin, que ainda há pouco tempo o tinha condecorado com a medalha de valor da cultura, disse que sua morte é uma "perda enorme" para a cultura nacional.

Rostropovich estudou no Conservatório de Moscou, sob a batuta de compositores como Sergei Prokofiev e Dmitri Shostakovich. Apesar da carreira de sucesso no seu país, deixou a então União Soviética no início dos anos 70, num auto-exílio motivado pela perseguição comunista a dissidentes como o escritor Alexander Solzhenitsyn. Morando fora do país com a mulher, a soprano Galina Vishnevskaya, e seus filhos, Rostropovich brilhou nos grandes palcos do Ocidente.

Com o colapso do comunismo, o maestro voltou à URSS - antes, em novembro de 1989, fez uma apresentação improvisada no Muro de Berlim, ao mesmo tempo em que a barreira entre os blocos socialista e capitalista era derrubada. O violoncelista foi reabilitado pelo então líder soviético Mikhail Gorbachev e conseguiu voltar ao seu país de origem. Em agosto de 1991, Rostropovich apoiou o líder Boris Ieltsin, que faleceu também esta semana, na resistência aos comunistas que pretendiam impedir as reformas.

Nos últimos anos de sua vida, Rostropovich participou de outras acções em defesa dos direitos humanos. Dividiu seu tempo entre a Rússia, os Estados Unidos e a França.

Ouça o Adagio da Sonata para violoncelo e piano, em A minor D.821, de Franz Shubert, com Mstislav Rostropovich(1927~2007), no violoncelo e Benjamin Britten (1913~1976, ao piano.

quarta-feira, abril 25

A senha para a LIBERDADE

Ouça na Rádio Vila Morena e leia aqui

Quis saber quem sou
O que faço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de nós
Mas o mar
Não me traz
Tua voz.

Em silêncio, amor
Em tristeza, enfim
Eu te sinto, em flor
Eu te sofro, em mim
Eu te lembro, assim
Partir é morrer
Como amar
É ganhar
E perder
Tu vieste em flor
Eu te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de nós
O dizer adeus
O ficarmos sós
Teu lugar a mais
Tua ausência em mim
Tua paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te desfolhei...

E depois do amor
E depois de nós
O adeus
O ficarmos sós.

José Niza

terça-feira, abril 24

Há varias sedes...



Jorge Drexler & Jarabe de Palo, em Água

segunda-feira, abril 16

Promoção - 1º vídeo de rock made in Angola - "Filhos da Pátria" - Neblina



"Filhos da Pátria" é o primeiro vídeo de rock feito em Angola, uma produção da banda de rock luandense Neblina. Depois de em 2006 os Neblina terem lançado o primeiro álbum de rock feito em Angola, de nome INOCENCE FALLS IN DECAY, este início de 2007 vê aparecer o primeiro vídeo de rock feito em Angola. Em fase de edição está um segundo vídeo de nome "Mystery In The Dark"

segunda-feira, março 5

HOMENAGEM

Homenagem aos Queen Foto@EPA/Barbara Gindl

Uma das sequências de um bailado de homenagem à banda Queen, em cena na capital austríaca, Viena. Sempre presentes, Os Queen ficarão na história da música como uma das bandas mais conceituadas do planeta Terra. Freddy Mercury merece um lugar de destaque como um dos músicos mais brilhantes dos últimos tempos.

terça-feira, fevereiro 27

Eleni Karaindrou, uma compositora

Sou meio melómana, reconheço.
Há cerca de dois anos, nas minhas habituais visitas ao meu fornecedor de discos, o Sr. Alberto, ele deu-me a ouvir o disco "Weeping Meadow". Logo que comecei a ouvir os primeiros acordes, perdi-me de amores por aquela música.
Ontem, mais uma vez passei por lá à procura de novidades. Entretida a ver livros e CDs, ouvindo, em fundo, a voz inconfundível de Tom Waits, vejo um novo CD de Eleni Karaindrou – “Elegy of the Uprooting”. O Sr. Alberto diz-me: “Tem de ouvir”. Auscultadores nos ouvidos, reconheço os dois primeiros temas como sendo do anterior disco. Começo a ler o folheto e vejo que se trata da gravação ao vivo, com duração de cerca de 1h:40m, dum concerto em Atenas, com grande orquestra, coro e a voz de Maria Farantouri. Para além de algumas das composições de Weeping Meadow, encontro outras que mal conhecia, de outros discos que não tenho. Claro… não podia deixar de o levar comigo.

Eleni Karaindrou, grega, com formação em etnomusicologia, para além de história e arqueologia, compõe principalmente para cinema e teatro. A sua música é simples, harmoniosa, romântica, serena, mas ao mesmo tempo trágica, nostálgica… Lembra-nos paisagens ensombradas de neblina, com uma réstia de sol ao fundo. Lembra cores sombrias que se transformam em arco-íris brilhantes.
Todos os adjectivos que possa encontrar para descrever a sua música parecerão pobres depois de se ouvir.

Gravações da excelente etiqueta ECM, os seus discos são imperdíveis.
Ouça aqui algumas das suas composições.

Maria Farantouri, tem uma voz de contralto melodiosa mas poderosa, grave e quente. Entre 1967 e 1974, durante o exílio, deu concertos em todo o mundo protestando contra a ditadura fascista na Grécia, sendo deputada do PASOK desde 1989.
Podem ouvi-la nas composições de Mikis Theodorakis: There’s no place on earth like the world e Open the wind.

sexta-feira, fevereiro 23

Zeca, sempre...

Faz hoje 20 anos que a música portuguesa ficou mais pobre.
Lembro-me de o ver, com a sua inesquecível boina e a viola debaixo do braço, pelos corredores da Faculdade de Letras de Lisboa... de o ouvir cantar nos intervalos das aulas, no bar da Faculdade e nos "meetings" no Anfiteatro 1, em que eram seus companheiros Sérgio Godinho, José Jorge Letria e outros. Uma pequena homenagem ao homem que também passou por África (Angola e Moçambique), cujos ritmos não esqueceu.

Ouça aqui e leia aqui

domingo, fevereiro 18

O Canto Livre de Angola, uma relíquia


Xê minino, posso morrer
Já vi Angola independente!

Ouçam a rádio Menha Ma Zumbi, mesmo aí ao lado!

Tive a felicidade de poder assistir, em São Paulo, ao espectáculo da embaixada de músicos angolanos que se deslocou ao Brasil em 1983, e cuja apresentação no Rio de Janeiro deu origem ao disco O Canto Livre de Angola, que em boa hora o Tokê nos permite ouvir.

quinta-feira, fevereiro 8

Sympathy


Interpretada em 1970 pelos Rare Bird, numa mistura de 2004.

And when you climb
into your bed tonight
And when you lock...
of the door
Just think of those
out in the cold and dark
'cause there's not enough love to go round

And sympathy
is what we need my friend
And sympathy
is what we need
And sympathy
is what we need my friend
'cause there's not enough love to go round

Now half the world
hits the other half
And half the world
has all the food
and half the world
lies down and quietly starves
'cause there's not enough love to go round

sábado, fevereiro 3

Os SSP e "Chama por mim"

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